A informação correta pode transformar hábitos e evitar doença crônica
No Brasil, onde o diabetes avança silenciosamente por milhões de vidas sem diagnóstico, Merck e Pague Menos transformam a farmácia cotidiana em ponto de escuta do corpo. Ao longo de doze meses, mais de um milhão de testes de glicemia serão oferecidos gratuitamente — sem agendamento, sem burocracia — como um convite à consciência antes que o irreversível se instale. A campanha 'Antes que vire' reconhece que a prevenção começa onde as pessoas já estão, não onde deveriam estar.
- O diabetes afeta milhões de brasileiros que desconhecem seu próprio risco, tornando a detecção precoce uma urgência de saúde pública.
- A ausência de sintomas visíveis no pré-diabetes cria uma janela perigosa em que hábitos ainda podem ser mudados — mas raramente são, por falta de informação.
- A campanha elimina as barreiras tradicionais: sem consulta marcada, sem custo e com resultado imediato dentro de um espaço que as pessoas já frequentam.
- Farmacêuticos assumem papel ativo de orientação, conectando o número na tela a uma decisão concreta — buscar um médico, rever a alimentação, mover o corpo.
Nas farmácias Pague Menos espalhadas pelo Brasil, qualquer pessoa pode agora se aproximar do balcão e pedir um teste de glicemia — sem pagar, sem agendar. É a campanha 'Antes que vire', fruto de uma parceria entre Merck e Pague Menos, que coloca mais de um milhão de testes gratuitos à disposição da população ao longo de doze meses.
O ponto de partida é um questionário online de risco. A partir das respostas, o consumidor é enquadrado em um de dois perfis: alto risco de pré-diabetes, ou portador de condições como hipertensão, obesidade ou dislipidemia ainda sem diagnóstico de diabetes tipo 2. Com o perfil em mãos, basta ir até uma unidade da rede, realizar o teste e receber o resultado na hora. Um farmacêutico está presente para interpretar os números e indicar os próximos passos.
Para Rodrigo Rabello, da Pague Menos, a farmácia deixa de ser apenas ponto de venda e passa a ser espaço de prevenção ativa no cotidiano do cliente. Roberta Brito, da Merck Brasil, reforça que o pré-diabetes não pode ser ignorado: a informação certa, recebida no momento certo, tem o poder de transformar hábitos e evitar o avanço de uma doença crônica e irreversível.
O que torna a iniciativa significativa é justamente sua escala e simplicidade. A farmácia é um lugar familiar, de baixa barreira. Nos próximos doze meses, um milhão de brasileiros poderão descobrir algo essencial sobre sua saúde enquanto fazem uma compra rotineira — e essa descoberta, feita a tempo, pode mudar o curso de uma vida.
Nas farmácias Pague Menos de todo o Brasil, a partir de agora, qualquer pessoa pode caminhar até o balcão e pedir um teste de glicemia. Não precisa marcar consulta. Não precisa pagar. Merck e Pague Menos estão colocando mais de um milhão desses testes nas prateleiras das lojas, distribuindo-os gratuitamente ao longo dos próximos doze meses em uma campanha chamada "Antes que vire".
O objetivo é simples e direto: pegar o diabetes antes que ele chegue. A doença crônica, progressiva e irreversível que afeta milhões de brasileiros começa sempre com sinais que podem ser capturados cedo — o pré-diabetes, a hipertensão, o colesterol alto, a obesidade. Um teste rápido de glicemia, feito no momento em que alguém entra na farmácia para comprar remédio ou xampú, pode revelar riscos que a pessoa nem sabia que tinha.
O processo é desenhado para ser acessível. Quem quiser participar entra no site da campanha e responde um questionário de risco. As perguntas enquadram cada pessoa em um de dois perfis: aqueles com alto risco de desenvolver pré-diabetes, ou aqueles que já têm outras condições de saúde — hipertensão, dislipidemia, obesidade — mas ainda não foram diagnosticados com diabetes tipo 2. Com o perfil identificado, o consumidor vai até uma farmácia Pague Menos, faz o teste na hora, e recebe o resultado imediatamente. Um farmacêutico está ali para explicar o que os números significam e, se necessário, orientar a pessoa a procurar um médico.
Rodrigo Rabello, diretor de planejamento de operações e do hub de saúde da Pague Menos, vê a iniciativa como uma mudança na forma como a farmácia funciona na vida das pessoas. "Quando conseguimos oferecer testes e orientação dentro da farmácia, no dia a dia do cliente, facilitamos a prevenção de problemas que muitas vezes são negligenciados," disse ele. Um exame simples, na visão dele, pode trazer informações que evitem complicações futuras.
Para Roberta Brito, líder da área terapêutica de cardiometabolismo e endocrinologia na Merck Brasil, o ponto crucial é que o pré-diabetes não pode ser ignorado. "A informação correta pode transformar hábitos e evitar o desenvolvimento de uma doença crônica, progressiva e irreversível," explicou. A campanha aposta que quando alguém descobre, de forma simples e sem constrangimento, que está em risco, muda de comportamento — come melhor, se mexe mais, volta para o médico.
O que torna essa ação relevante é o contexto. Diabetes é uma epidemia silenciosa no Brasil. Milhões de pessoas têm a doença sem saber. Milhões mais estão no caminho para desenvolvê-la. As farmácias, lugares que as pessoas visitam regularmente, viram pontos de detecção. Não é um consultório. Não é um hospital. É um espaço familiar, onde a barreira para fazer um teste cai drasticamente. Nos próximos doze meses, um milhão de brasileiros terão a chance de descobrir algo importante sobre sua saúde enquanto compram outras coisas.
Citações Notáveis
Quando conseguimos oferecer testes e orientação dentro da farmácia, no dia a dia do cliente, facilitamos a prevenção de problemas que muitas vezes são negligenciados— Rodrigo Rabello, diretor de planejamento de operações e do hub de saúde da Pague Menos
A informação correta pode transformar hábitos e evitar o desenvolvimento de uma doença crônica, progressiva e irreversível— Roberta Brito, líder da área terapêutica de cardiometabolismo e endocrinologia na Merck Brasil
A Conversa do Hearth Outra perspectiva sobre a história
Por que Merck e Pague Menos escolheram a farmácia como o lugar para fazer isso acontecer?
Porque é onde as pessoas já estão. Ninguém marca consulta para ir à farmácia. Você passa lá de rotina. A barreira psicológica é menor. E o farmacêutico está ali, conhece o cliente, pode conversar.
Mas um teste de glicemia é coisa de laboratório, não é?
Era. Mas a tecnologia mudou. Hoje você faz em segundos, com uma gota de sangue, e tem o resultado na hora. Não precisa de infraestrutura complexa. A farmácia vira um ponto de detecção.
E se a pessoa descobre que está em risco? O que muda?
Tudo. Ou nada. Depende da pessoa. Mas a informação muda o jogo. Você não pode ignorar o que sabe. Alguns vão procurar médico. Alguns vão mudar hábitos. Alguns vão fazer os dois. É por isso que chamam de "Antes que vire".
Parece uma estratégia comercial também, não é?
Claro que é. Merck vende medicamentos para diabetes. Pague Menos vende tudo. Mas isso não torna a iniciativa menos real. Eles ganham se mais pessoas forem diagnosticadas e tratadas. A população ganha se descobrir riscos cedo. Os dois lados saem ganhando.
Um milhão de testes em doze meses é muito?
Para um país de duzentos milhões de pessoas? É um começo. Mas é um milhão de pessoas que vão saber algo sobre sua saúde que não sabiam antes. Isso é significativo.