macOS 27: controle janelas do Mac com toque direto no iPad via Sidecar

Basta estender um dedo para fazer o que antes exigia três ferramentas diferentes
A novidade do Sidecar no macOS 27 elimina a necessidade de Apple Pencil, rato ou Controlo Universal para interagir com o iPad.

Há décadas que a Apple separa o mundo do toque do mundo do cursor, mas com o macOS 27 e o iPadOS 27 essa fronteira começa, discretamente, a dissolver-se. O Sidecar — a funcionalidade que transforma um iPad num segundo ecrã do Mac — passa a aceitar o toque direto dos dedos para controlar janelas e aplicações, tornando o gesto mais antigo da computação pessoal numa ponte entre dois ecossistemas. Não é ainda uma fusão completa, mas é um reconhecimento de que as mãos já não querem escolher entre mundos.

  • Durante anos, usar o Sidecar exigia um intermediário — o Apple Pencil, o rato ou o Controlo Universal — criando uma fricção invisível mas constante.
  • Com macOS 27 e iPadOS 27, ainda em fase beta, um simples dedo no ecrã do iPad passa a ser suficiente para deslizar, tocar, pausar e navegar em qualquer aplicação do Mac.
  • A configuração é direta: Wi-Fi, Bluetooth, e dois cliques nas Definições do Sistema separam o utilizador de um segundo ecrã tátil sem cabos proprietários nem aplicações externas.
  • Mas o suporte tátil ainda tropeça nos detalhes — segurar o dedo sobre um vídeo do YouTube não acelera a reprodução, e arrastar barras de progresso continua fora de alcance.
  • O passo é incremental, não revolucionário: o macOS não foi redesenhado para o toque, mas aproximou-se o suficiente para que a experiência diária se torne mais natural e menos interrompida.

A Apple tornou o Sidecar significativamente mais prático com as novas versões do macOS 27 Golden Gate e do iPadOS 27. A novidade central é simples mas de impacto imediato: passar a ser possível usar os dedos diretamente no ecrã do iPad para controlar janelas e aplicações do Mac, eliminando a dependência do Apple Pencil ou do rato para cada pequena interação.

Até agora, o Sidecar — funcionalidade que há anos transforma um iPad num segundo ecrã do Mac, por Wi-Fi ou cabo USB, sem aplicações de terceiros — exigia sempre um intermediário físico. Agora, deslizar conteúdos, tocar em botões, reproduzir vídeos ou navegar por menus pode ser feito diretamente com um dedo. A experiência não iguala a fluidez de um sistema operativo concebido de raiz para ecrãs táteis, mas representa um salto real na usabilidade quotidiana.

Para aceder à funcionalidade, é necessário atualizar ambos os dispositivos — ainda em fase beta — e ativar Wi-Fi e Bluetooth. O processo de ligação faz-se pelas Definições do Sistema do Mac, em Ecrã, onde o iPad aparece como opção para expandir ou espelhar o ambiente de trabalho.

As limitações, porém, revelam o carácter incremental da mudança. Gestos específicos do iPad, como segurar o dedo sobre um vídeo para ativar a aceleração automática, não funcionam no contexto do Sidecar. Arrastar barras de progresso de vídeo pelo toque também não é possível. Estas restrições confirmam que o suporte tátil é um passo na direção certa — não a chegada ao destino —, mas aproxima o Sidecar da forma como as pessoas já interagem com os seus iPads todos os dias.

A Apple acaba de tornar o Sidecar significativamente mais prático. Com as novas versões do macOS 27 Golden Gate e do iPadOS 27, agora é possível usar os dedos diretamente no ecrã do iPad para controlar as janelas e aplicações do Mac — uma mudança que elimina a necessidade de recorrer ao Apple Pencil ou ao rato do computador sempre que se quer fazer uma pequena interação.

Até agora, quem usava o Sidecar dependia de ferramentas externas. O Apple Pencil era uma opção, assim como mover o cursor do Mac até ao ecrã do iPad ou usar a funcionalidade Controlo Universal. Agora, basta estender um dedo. É possível deslizar conteúdos, tocar em botões, reproduzir ou pausar vídeos, navegar por janelas e menus, e executar a maioria das ações básicas diretamente no iPad. A experiência não é tão fluida quanto um macOS completamente otimizado para ecrãs táteis, mas representa um salto considerável na usabilidade.

O Sidecar em si não é novo. Há anos que a Apple oferece esta funcionalidade de continuidade, que transforma um iPad num segundo ecrã do Mac sem necessidade de aplicações de terceiros, adaptadores especiais ou cabos proprietários. A ligação funciona por Wi-Fi ou com um cabo USB comum. O utilizador pode espelhar o ecrã do Mac no iPad, mostrando exatamente o mesmo conteúdo, ou usar o iPad como um verdadeiro segundo monitor, expandindo a área de trabalho e permitindo abrir aplicações diferentes em cada ecrã. Algumas aplicações, como a Fotografias, oferecem funcionalidades adicionais quando se usa o Apple Pencil.

Para experimentar esta novidade, é necessário atualizar tanto o Mac como o iPad. Ambas as versões encontram-se ainda em fase beta. Depois de atualizados, o processo é direto: ativar Wi-Fi e Bluetooth em ambos os dispositivos, aproximá-los um do outro, abrir Definições do Sistema no Mac, ir a Ecrã, clicar no botão + e selecionar o iPad na opção "Replicar ou expandir para". Depois de ligado, o utilizador pode escolher se quer usar o iPad como ecrã expandido, espelhado ou até como ecrã principal. Quando uma aplicação está no ecrã do iPad, basta usar um dedo para percorrer, deslizar e tocar.

Mas existem ainda limitações que revelam o carácter incremental desta mudança. Nem todos os gestos habituais do iPad funcionam durante a utilização do Sidecar. Se o utilizador mantiver o dedo pressionado sobre um vídeo do YouTube, por exemplo, não vai obter a aceleração automática para 2x — apenas o menu normal do leitor de vídeo. Também não é possível arrastar diretamente a barra de progresso de um vídeo usando o toque. Estas restrições mostram que o suporte tátil ainda não substitui uma verdadeira versão do macOS concebida para ecrãs sensíveis ao toque, mas o passo é importante. Torna a utilização do Sidecar mais prática e natural, aproximando-a da forma como as pessoas já interagem com os seus iPads todos os dias.

A experiência não é equivalente à de um macOS totalmente otimizado para ecrãs táteis, mas representa uma melhoria significativa na utilização do Sidecar
— Documentação técnica da Apple
La Conversación del Hearth Otra perspectiva de la historia
Inventor

Porque é que isto importa? O Sidecar já existia há anos.

Model

Importa porque muda a forma como as pessoas trabalham. Antes, se queriam usar o iPad como segundo ecrã, tinham de escolher entre três ferramentas diferentes — o Apple Pencil, o rato do Mac, ou o Controlo Universal. Agora, o gesto mais natural — tocar com um dedo — funciona.

Inventor

Mas não é apenas tocar. Há limitações, certo?

Model

Exato. Não é um macOS totalmente tátil. Gestos como manter o dedo pressionado para acelerar um vídeo não funcionam. É um passo, não uma transformação completa.

Inventor

Então isto é apenas um incremento cosmético?

Model

Não. Para quem trabalha com dois ecrãs — um Mac e um iPad — isto elimina o atrito. Não precisa de mudar de ferramentas constantemente. É mais fluido, mais natural.

Inventor

E quanto aos utilizadores casuais? Vale a pena atualizar?

Model

Se usam o Sidecar regularmente, sim. Se nunca usaram, provavelmente não muda nada. Mas para quem já tem o hábito, torna a experiência significativamente melhor.

Inventor

Isto é um sinal de que a Apple está a aproximar macOS e iPadOS?

Model

Talvez. Mas lentamente. Isto não é um macOS com ecrã tátil completo. É mais uma ponte — a Apple está a deixar que o iPad faça o que sabe fazer bem, enquanto o Mac continua a ser o Mac.

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