Lula critica Neymar e o chama de 'primeiro convocado home-office do mundo'

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Lula brincou sobre a ausência de Neymar nos jogos da seleção durante a Copa do Mundo.

Em Belo Horizonte, o presidente Lula encontrou numa pergunta inocente de uma criança a ocasião perfeita para nomear, com humor, uma das tensões mais visíveis da Copa do Mundo de 2026: Neymar, convocado mas ausente por lesão na panturrilha, tornou-se na boca do presidente 'o primeiro convocado home-office do mundo'. A brincadeira revela algo mais profundo — a dificuldade de um país em reconciliar a expectativa depositada num ídolo com a fragilidade inevitável do corpo humano, enquanto o torneio avança sem esperar por ninguém.

  • Neymar foi convocado para a Copa do Mundo de 2026, mas segue completamente afastado dos gramados por causa de uma lesão na panturrilha que resiste ao tempo e à urgência da competição.
  • A ausência do atacante pesa sobre a seleção e sobre o imaginário do torcedor brasileiro, criando um vazio que nem Carlo Ancelotti nem nenhum substituto consegue preencher simbolicamente.
  • Lula transformou a frustração coletiva em piada presidencial ao chamar Neymar de 'primeiro convocado home-office do mundo', frase que rapidamente ganhou vida própria nas redes sociais.
  • O Brasil entra em campo contra o Haiti nesta sexta-feira na segunda rodada do Grupo B, às 21h30, sem o seu jogador mais famoso — e a Copa segue seu ritmo, indiferente à espera.

Na tarde de sexta-feira em Belo Horizonte, uma criança fez ao presidente Lula a pergunta que muitos brasileiros carregavam em silêncio: onde está Neymar? A resposta veio com o tempero característico do presidente — direta, bem-humorada e com pontada de crítica embutida. "O Neymar não tá nem jogando, cara", disse Lula, antes de soltar a definição que logo tomaria as redes: o atacante seria "o primeiro convocado home-office do mundo".

A brincadeira tinha chão firme. Neymar havia sido convocado para a Copa do Mundo de 2026, mas uma lesão na panturrilha o mantinha em tratamento, longe dos gramados e dos holofotes que sempre o acompanharam. Semanas se passaram, a competição avançou, e ele permaneceu ausente — convocado no papel, invisível em campo.

Lula foi além da piada e tocou num tema mais amplo: com a inteligência artificial transformando tantas áreas da vida, talvez o futebol também precisasse se reinventar. O tom era leve, mas a mensagem subjacente era clara — a Copa não para por ninguém, nem pelos maiores.

Enquanto o presidente falava, a seleção brasileira se preparava para enfrentar o Haiti naquela mesma noite, às 21h30, na segunda rodada do Grupo B, sob o comando de Carlo Ancelotti. Neymar não estaria lá. Sua ausência, transformada em meme presidencial, resumia a tensão entre o que o Brasil esperava desta Copa e o que a realidade — e a panturrilha de um jogador — estava disposta a oferecer.

O presidente Lula estava em Belo Horizonte na sexta-feira quando uma criança lhe fez uma pergunta sobre Neymar. A resposta foi direto ao ponto, temperada com humor: o atacante da seleção brasileira não estava jogando, e por isso merecia um título inédito na história do futebol — o de primeiro convocado a trabalhar em regime de home office.

A brincadeira tinha fundamento. Neymar havia sido convocado para a Copa do Mundo de 2026, mas seguia afastado dos gramados por causa de uma lesão na panturrilha que o mantinha em tratamento. Semanas se passavam, a competição avançava, e ele continuava fora de ação. Lula, respondendo à criança, não resistiu à oportunidade de fazer graça com a situação. "O Neymar não tá nem jogando, cara. Não tá nem jogando", disse, antes de soltar a pérola: "Eu vi uma coisa ontem, que o Neymar é o primeiro convocado home-office do mundo. Jogador home office."

O presidente aproveitou o momento para fazer uma reflexão mais ampla sobre o futuro do futebol. Com a inteligência artificial ganhando espaço em diversos campos, Lula brincou que talvez em breve fosse necessário montar uma seleção inteira baseada em algoritmos. A fala tinha tom leve, mas carregava uma crítica implícita: a ausência de um dos principais nomes do time era notável, e a Copa não esperaria por ninguém.

Enquanto Lula falava em Belo Horizonte, a seleção brasileira se preparava para entrar em campo naquela mesma sexta-feira. Sob o comando do técnico italiano Carlo Ancelotti, o time enfrentaria o Haiti na segunda rodada do Grupo B, começando às 21h30 no horário de Brasília. Neymar não estaria lá. Sua cadeira no banco de reservas permaneceria vazia, assim como seu nome ausente da escalação.

A lesão que o afastava não era recente — vinha se arrastando desde antes da convocação para o torneio. O atacante seguia em processo de recuperação, longe dos holofotes dos estádios, longe da ação que o definia como jogador. Para Lula, aquela ausência era material suficiente para uma brincadeira que logo circularia pelas redes sociais, transformando a frustração de ter um dos melhores jogadores do país indisponível em um meme presidencial.

O Neymar não tá nem jogando. Eu vi uma coisa ontem, que o Neymar é o primeiro convocado home-office do mundo
— Presidente Lula
La Conversación del Hearth Otra perspectiva de la historia
Inventor

Por que o presidente decidiu fazer essa crítica em público, durante um evento?

Model

Não era exatamente uma crítica dura — era mais uma brincadeira respondendo a uma criança. Mas ela revelava uma frustração real: o Brasil tinha um de seus maiores talentos convocado, mas não conseguia usá-lo.

Inventor

A lesão na panturrilha é tão grave assim?

Model

Aparentemente sim. Neymar estava em tratamento contínuo e não tinha entrado em campo desde a convocação. Para uma Copa do Mundo, isso é tempo demais.

Inventor

E o time conseguiu jogar bem sem ele?

Model

Ancelotti tinha que se virar. O Haiti era um adversário da segunda rodada, mas a seleção precisava mostrar que funcionava mesmo com Neymar ausente.

Inventor

A piada do "home office" pegou?

Model

Com certeza. Era o tipo de coisa que viraliza — presidencial, bem-humorada, mas com uma verdade incômoda por trás.

Inventor

Isso afeta a moral do time?

Model

Difícil dizer. Pode ser que tenha aliviado a tensão, ou pode ter aumentado a pressão sobre Neymar para voltar logo.

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