Linha Brasil recebe 7ª Feira Itinerante de Saúde com vacinação e práticas integrativas

Reforçar a prevenção de forma mais próxima e acolhedora
O coordenador de Saúde explica o propósito da iniciativa que já chega à sua sétima edição.

Em cada sábado que uma feira de saúde chega a uma comunidade rural, repete-se um gesto antigo e essencial: o cuidado que vai ao encontro de quem não pode ir até ele. No dia 20 de junho, a Comunidade Santa Catarina em Linha Brasil recebe a sétima edição da Feira Itinerante de Saúde, promovida pela Secretaria Municipal de Saúde de Venâncio Aires, oferecendo gratuitamente desde vacinação e testes rápidos até práticas integrativas como reiki e reflexologia. A iniciativa não apenas encurta distâncias geográficas — ela reconhece que o acesso à saúde pública é também uma questão de confiança, acolhimento e presença.

  • Moradores de comunidades rurais enfrentam barreiras duplas para acessar saúde: a distância física até a sede municipal e a distância simbólica de instituições que raramente chegam até eles.
  • A sétima edição da Feira Itinerante reúne em um único espaço vacinação, testes para HIV, sífilis e hepatites, aferição de pressão e glicose, práticas integrativas e atendimento da Farmácia Municipal — tudo gratuito.
  • O modelo itinerante inverte a lógica tradicional: em vez de exigir deslocamento do cidadão, é o serviço público que se move até a comunidade de Linha Brasil e localidades vizinhas.
  • O coordenador municipal de Saúde, Jonas Caríssimi, vê na iniciativa uma ferramenta consolidada de aproximação, destacando que cada edição reforça a prevenção e constrói vínculos de confiança com a população rural.
  • Com abertura às 8 da manhã do sábado, a feira se apresenta sem custo e sem burocracia anunciada — um convite aberto para que cada morador cuide de si mesmo no próprio território onde vive.

No sábado, 20 de junho, a Comunidade Santa Catarina em Linha Brasil recebe a sétima edição da Feira Itinerante de Saúde, promovida pela Secretaria Municipal de Saúde de Venâncio Aires. A proposta é ao mesmo tempo simples e ambiciosa: levar atendimento médico, preventivo e de bem-estar até quem vive distante dos consultórios tradicionais, sem exigir deslocamento até a sede municipal.

O cardápio de serviços é amplo e gratuito. Além de vacinação e testes rápidos para HIV, sífilis e hepatites, os moradores de Linha Brasil e das localidades vizinhas encontrarão aferição de pressão arterial e glicose, atendimento da Farmácia Municipal e um conjunto de Práticas Integrativas e Complementares — auriculoterapia, reflexologia, reiki e naturopatia. É um modelo que trata saúde não apenas como ausência de doença, mas como bem-estar integral.

Jonas Caríssimi, coordenador de Saúde do município, enxerga na iniciativa uma ferramenta consolidada de aproximação entre poder público e população. Para ele, cada edição evidencia o quanto essas ações importam: não se trata só de facilitar acesso, mas de criar um espaço acolhedor onde o cuidado aconteça de forma próxima — superando barreiras não apenas geográficas, mas também de confiança com os serviços públicos.

A Secretaria de Saúde faz um convite direto à comunidade: aproveite o sábado, coloque a vacinação em dia, realize exames preventivos e busque orientações para uma vida melhor. As portas abrem às 8 da manhã, sem custo e sem burocracia anunciada.

No sábado, 20 de junho, a Comunidade Santa Catarina em Linha Brasil receberá a sétima edição de uma iniciativa que vem transformando a forma como os moradores do interior acessam serviços de saúde. A Feira Itinerante de Saúde, promovida pela Secretaria Municipal de Saúde de Venâncio Aires, abre as portas às 8 da manhã com uma proposta simples mas ambiciosa: levar atendimento médico, preventivo e de bem-estar até quem vive longe dos consultórios tradicionais.

O projeto nasceu com um objetivo claro — descentralizar. Em vez de exigir que moradores de comunidades rurais se desloquem até a sede municipal, a prefeitura monta uma estrutura itinerante que reúne profissionais de diferentes especialidades em um único espaço. Nesta sétima edição, o cardápio de serviços é robusto: vacinação para quem precisa atualizar a carteira, testes rápidos para HIV, sífilis e hepatites, aferição de pressão arterial e glicose. Tudo gratuito. Tudo aberto para moradores de Linha Brasil e das localidades vizinhas.

Mas a feira vai além do que se poderia chamar de atendimento convencional. A programação inclui Práticas Integrativas e Complementares — auriculoterapia, reflexologia, reiki e naturopatia — ampliando o leque de cuidado oferecido. Há também atendimento da Farmácia Municipal, garantindo que quem receba orientações possa sair com medicamentos em mãos. É um modelo que trata a saúde não apenas como ausência de doença, mas como bem-estar integral.

Jonas Caríssimi, coordenador de Saúde do município, vê na iniciativa uma ferramenta consolidada de aproximação entre poder público e população. A cada edição, segundo ele, fica evidente o quanto essas ações importam para as comunidades. Não se trata apenas de facilitar acesso — trata-se de reforçar a prevenção e criar um espaço onde o cuidado com a saúde aconteça de forma mais próxima e acolhedora. Essa linguagem de acolhimento é deliberada. Comunidades rurais frequentemente enfrentam barreiras não apenas geográficas, mas também de confiança e familiaridade com serviços públicos.

A Secretaria de Saúde faz um convite direto: aproveite o sábado para colocar a vacinação em dia, realize exames preventivos, busque orientações que contribuam para uma vida melhor. Não há custo. Não há burocracia anunciada. Apenas um espaço montado em Linha Brasil, aberto desde as 8 da manhã, esperando por quem queira cuidar de si mesmo.

A cada edição percebemos o quanto essas ações são importantes para as comunidades. Além de facilitar o acesso aos serviços, conseguimos reforçar a prevenção e incentivar o cuidado com a saúde de forma mais próxima e acolhedora.
— Jonas Caríssimi, coordenador de Saúde
A Conversa do Hearth Outra perspectiva sobre a história
Inventor

Por que uma feira itinerante? Por que não expandir os postos de saúde nas comunidades?

Model

Porque nem sempre é viável construir infraestrutura permanente em localidades pequenas. A feira é flexível, chega onde há demanda, e reúne especialidades que normalmente estariam espalhadas. É mais eficiente e mais próximo.

Inventor

Qual é a diferença entre essa abordagem e um simples dia de vacinação?

Model

A diferença está na integralidade. Você não vem só para vacina. Vem, faz teste rápido, aferição, recebe orientação, e ainda tem acesso a práticas que cuidam do bem-estar — reiki, reflexologia. É saúde pensada de forma mais ampla.

Inventor

As práticas integrativas são realmente eficazes, ou é mais uma questão de acolhimento?

Model

Provavelmente ambas as coisas. Há evidências sobre algumas delas, mas o acolhimento em si é terapêutico. Quando alguém de uma comunidade rural sente que está sendo ouvido, que há tempo para ela, isso já muda a relação com a saúde.

Inventor

Sete edições já. Isso significa que funcionou?

Model

Significa que a demanda existe e que o município viu valor em manter. Se não funcionasse, não chegaria à sétima. O fato de Jonas Caríssimi falar sobre consolidação sugere que virou rotina esperada.

Inventor

Quem mais deveria estar fazendo isso?

Model

Qualquer município com população dispersa. Mas exige vontade política e orçamento. Venâncio Aires decidiu que saúde preventiva no interior vale o investimento.

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