Em Contagem, Minas Gerais, uma mãe foi demitida por abandono de emprego após não conseguir retornar ao trabalho enquanto amamentava exclusivamente seu filho de oito meses. O Tribunal Regional do Trabalho de Minas Gerais reconheceu que o verdadeiro abandono não foi da trabalhadora, mas da empresa — que deixou de cumprir sua obrigação legal de oferecer condições dignas para a conciliação entre maternidade e trabalho. A decisão nos lembra que a lei não existe apenas no papel: ela exige que as instituições criem, na prática, o espaço necessário para que a vida humana caiba dentro do trabalho.
Justiça reverte justa causa de mãe que não conseguiu conciliar trabalho e amamentação
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Geopolitical Impact
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