Jovem com 11 passagens é preso após furtar moto e atacar PM em BH

Jovem foi baleado nas costas durante perseguição e permanece internado em hospital.
Carregava ferramentas de furto e um histórico que incluía homicídio
O jovem detido tinha 11 passagens policiais e portava equipamentos específicos para roubar motocicletas.

Na noite de uma sexta-feira comum em Belo Horizonte, um jovem de 21 anos — com onze passagens pela polícia, incluindo homicídio — foi baleado nas costas durante uma perseguição após furtar uma motocicleta no bairro Floresta. O episódio condensa, em poucas horas, tensões que atravessam décadas: a reincidência criminal, o uso da força pelo Estado e os limites tênues entre a legítima defesa e o excesso. Enquanto o rapaz permanece internado, a Corregedoria avalia se os agentes agiram dentro da lei — pergunta que a sociedade brasileira continua fazendo, sem respostas simples.

  • Um furto de moto no bairro Floresta rapidamente escalou para uma perseguição noturna por várias ruas de BH, colocando policiais e suspeitos em rota de colisão.
  • O jovem usou a própria motocicleta como arma, acelerando repetidamente contra um policial militar para tentar imobilizá-lo — um gesto que elevou o risco para todos os envolvidos.
  • Um primeiro disparo de PM não acertou o alvo; foi um agente da Guarda Civil Municipal, chegando como reforço, quem atingiu o suspeito nas costas e encerrou a fuga.
  • O rapaz carregava ferramentas especializadas para furtos e acumulava onze passagens policiais, revelando um padrão de criminalidade que vai muito além do episódio desta noite.
  • Armas foram apreendidas, policiais encaminhados para procedimentos judiciais e a Corregedoria assumiu o acompanhamento do caso — o protocolo institucional em movimento, mas sem veredicto ainda.

Na noite de 3 de novembro, uma ocorrência aparentemente rotineira de furto de motocicleta no bairro Floresta, em Belo Horizonte, desdobrou-se em perseguição, tiros e um jovem hospitalizado. O rapaz de 21 anos e um comparsa haviam subtraído a moto por volta das 20h45 na rua Geraldo Teixeira da Costa. Com a chegada da polícia, os dois fugiram em direções opostas — um desapareceu; o outro foi seguido de perto.

Na mochila e na bolsa tiracolo que carregava, os policiais encontrariam depois um arsenal de ferramentas para furtos: alicate corta-cadeados, chave de boca, chaves de roda e uma marreta. Sua ficha criminal somava onze passagens, entre furtos, receptação, tráfico, crime contra o patrimônio e um homicídio.

Durante a perseguição, o suspeito acelerou a moto repetidamente contra o policial militar que o seguia. O agente disparou, mas não o acertou. Quando a Guarda Civil Municipal chegou como reforço e o jovem voltou a avançar contra o PM, um guarda civil atirou — a bala o atingiu nas costas. Ele foi detido e levado ao hospital, onde segue internado.

As armas de ambos os agentes foram apreendidas e encaminhadas às autoridades competentes. O policial militar foi recolhido ao batalhão para providências judiciais; o guarda civil, à delegacia para resguardo de legítima defesa. A Corregedoria acompanha o caso e avaliará se a força empregada foi proporcional e legal — uma investigação que ainda não tem conclusão.

Na noite de sexta-feira, 3 de novembro, a polícia de Belo Horizonte foi acionada para investigar um furto de motocicleta no bairro Floresta, na região Leste da capital. O que começou como uma ocorrência de rotina terminou com um jovem de 21 anos baleado e internado em hospital, após uma perseguição que atravessou várias ruas da cidade.

O rapaz, acompanhado de um comparsa, havia roubado a moto na rua Geraldo Teixeira da Costa por volta das 20h45. Quando os policiais militares chegaram ao local, os dois suspeitos fugiram em direções opostas, cada um em uma motocicleta. Um deles conseguiu desaparecer. O outro, porém, carregava consigo uma mochila e uma bolsa tiracolo repletas de equipamentos para furtos — alicate para corte de cadeados e correntes, chave de boca, duas chaves de roda e uma marreta. Sua ficha criminal era extensa: 11 passagens policiais que incluíam cinco furtos, três casos de receptação de ilícito, tráfico de drogas, um crime contra o patrimônio e um homicídio.

A perseguição se estendeu por diversas ruas. Um policial militar em motocicleta acompanhava o suspeito de perto, tentando detê-lo. Em vários momentos, o jovem acelerou a moto na direção do agente, tentando imobilizá-lo com o veículo. O militar disparou contra ele, mas não conseguiu acertá-lo. A situação se intensificou quando um grupo da Guarda Civil Municipal avistou a cena e entrou em apoio à operação.

Quando o suspeito acelerou novamente contra o policial militar, um agente da Guarda Civil disparou. A bala atingiu o jovem nas costas. Ele foi finalmente detido e levado para um hospital, onde permanece internado. A corporação acionou a Corregedoria para acompanhar o caso, procedimento padrão em situações envolvendo disparo de arma de fogo.

As armas utilizadas foram apreendidas. A do policial militar foi recolhida e segue à disposição da justiça militar. A da Guarda Civil foi entregue em uma delegacia. O policial que efetuou o primeiro disparo foi recolhido ao batalhão para providências judiciais, enquanto o guarda civil foi encaminhado à delegacia para resguardo da legítima defesa. A investigação continua sob supervisão da Corregedoria, que avaliará se os procedimentos foram adequados e se a ação dos agentes se enquadra na legítima defesa.

Ele foi seguido por diversas ruas da capital e, em determinados momentos, jogou o veículo contra o agente motorizado na tentativa de imobilizá-lo
— Polícia Militar de Minas Gerais
The Hearth Conversation Another angle on the story
Inventor

Por que um jovem com esse histórico criminal estava ainda circulando pelas ruas?

Model

Ele tinha passagens, mas não estava necessariamente preso. A polícia só o detém quando o encontra cometendo crime — e dessa vez o encontrou.

Inventor

O que o levou a atacar os policiais com a moto?

Model

Pode ter sido desespero. Ele sabia que tinha antecedentes graves, incluindo homicídio. Quando viu a polícia chegando, tentou fugir. Quando foi cercado, atacou.

Inventor

Por que o primeiro disparo não o atingiu?

Model

Perseguição em movimento, moto acelerada, rua movimentada. Acertar é difícil. O segundo disparo, da Guarda Civil, conseguiu.

Inventor

Ele vai responder por quê agora?

Model

Pelo furto da moto, pelos equipamentos de furto que carregava, e provavelmente por resistência e agressão contra policiais. O caso da legítima defesa será investigado pela Corregedoria.

Inventor

E o comparsa que fugiu?

Model

Desapareceu. A polícia provavelmente continua procurando. Ele também estava envolvido no furto inicial.

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