Holanda e Japão abrem Grupo F com empate emocionante de 2 a 2 em Dallas

Quatro gols no segundo tempo transformaram cautela em caos
O primeiro tempo foi equilibrado e sem gols, mas a volta do intervalo trouxe um jogo aberto e frenético em Dallas.

Em Dallas, sob as luzes do AT&T Stadium, Holanda e Japão inauguraram o Grupo F da Copa do Mundo 2026 com um empate de 2 a 2 que revelou, mais do que um placar, a natureza imprevisível do futebol: a vantagem construída pode ser desfeita em segundos, e nenhuma seleção parte como favorita absoluta quando o jogo ainda respira. Os quatro gols do segundo tempo condensaram numa só tarde a tensão e a beleza de um torneio que mal começou.

  • O primeiro tempo transcorreu em silêncio tático, com ambas as seleções sondando fraquezas sem encontrar o caminho para o gol.
  • Van Dijk e Summerville colocaram a Holanda duas vezes na frente, alimentando a expectativa de uma vitória europeia confortável.
  • Nakamura e Kamada responderam com precisão cirúrgica, cada gol japonês apagando uma vantagem holandesa construída com esforço.
  • O empate final aos 42 minutos deixou as duas equipes com sensações opostas: o Japão aliviado, a Holanda frustrada por não ter convertido o domínio em pontos.
  • Com um ponto cada, Holanda e Japão seguem para a segunda rodada — contra Suécia e Tunísia, respectivamente — carregando a urgência de quem sabe que empates não classificam ninguém.

O AT&T Stadium em Dallas foi palco de uma estreia que começou contida e terminou em erupção. Holanda e Japão dividiram os pontos no Grupo F da Copa do Mundo 2026, encerrando o jogo em 2 a 2 após um segundo tempo de quatro gols e emoções alternadas.

O primeiro tempo foi dominado pela cautela. A Holanda controlou a bola e buscou espaços pelo lado esquerdo, enquanto o Japão apostou na mobilidade para criar perigo. Nakamura e Ueda tiveram chances, mas o placar permaneceu zerado até o intervalo.

A virada veio logo na volta. Van Dijk subiu sozinho na área e abriu o placar para os holandeses. A liderança durou pouco: Nakamura respondeu com um chute que desviou em Van Hecke e enganou o goleiro Verbruggen. Summerville então recolocou a Holanda na frente com um corte elegante e um chute preciso no cantinho — mas o Japão não se rendeu. Aos 42 minutos, após confusão em escanteio, a bola tocou em Kamada e entrou, selando o empate definitivo.

Com um ponto cada, as duas seleções seguem para a segunda rodada com missões claras: a Holanda enfrenta a Suécia no dia 20, em Houston, e o Japão mede forças com a Tunísia no dia 21. A vitória que escapou em Dallas terá de ser buscada no próximo compromisso.

O Estádio AT&T em Dallas recebeu neste domingo um jogo que começou cauteloso e terminou frenético. Holanda e Japão abriram o Grupo F da Copa do Mundo 2026 com um empate de 2 a 2, um resultado que deixou ambas as seleções com sensações mistas — pontos conquistados, mas oportunidades desperdiçadas.

O primeiro tempo foi um exercício de contenção. A Holanda controlou a posse de bola nos minutos iniciais, tentando infiltrações pelo lado esquerdo com Gakpo e Malen, mas o goleiro Suzuki apareceu bem quando precisou. O Japão respondeu com mobilidade ofensiva, criando algumas chances perigosas. Nakamura tentou aproveitar um cruzamento na área, dominando e chutando para fora. Ueda invadiu a área e também mandou a bola para longe da meta. Nenhum dos dois times conseguiu balançar a rede no primeiro tempo, apesar das oportunidades.

Tudo mudou na volta do intervalo. Van Dijk abriu o placar para os holandeses aos cinco minutos do segundo tempo, subindo sozinho na área após um cruzamento de Gravenberch. A Holanda parecia encaminhada para a vitória, mas Nakamura igualou apenas oito minutos depois. Seu chute da entrada da área desviou em Van Hecke e enganou o goleiro Verbruggen, deixando tudo igual em Dallas.

A Holanda respondeu rapidamente. Summerville recebeu a bola pelo lado direito com liberdade, cortou para o meio e bateu no cantinho, recolocando os europeus na frente aos 18 minutos do segundo tempo. Parecia que a Holanda levaria a vitória, mas o Japão não se rendeu. Em um lance confuso após cobrança de escanteio, Ogawa cabeceou em direção ao gol, a bola bateu em Kamada e entrou na rede aos 42 minutos, garantindo o empate final.

O resultado deixa ambas as seleções com um ponto cada no Grupo F. A Holanda volta a campo no sábado, dia 20, em Houston, para enfrentar a Suécia às 14h no horário de Brasília. O Japão joga um dia depois, no dia 21, contra a Tunísia no El Gigante de Acero, às 1h da madrugada no horário brasileiro. Ambas as equipes terão a chance de se recuperar e buscar a vitória que não conseguiram nesta estreia movimentada.

Van Dijk abriu o placar para a Holanda, mas Nakamura empatou logo depois em jogo movimentado no segundo tempo
— Sequência de gols da partida
A Conversa do Hearth Outra perspectiva sobre a história
Inventor

Por que um empate assim é tão frustrante para os dois times?

Model

Porque ambos tiveram a vitória ao alcance. A Holanda saiu na frente duas vezes, o Japão conseguiu igualar nos momentos certos. Ninguém saiu satisfeito, mas ninguém pode dizer que não mereceu alguma coisa.

Inventor

O segundo tempo foi completamente diferente do primeiro. O que mudou?

Model

A Holanda saiu do intervalo com mais agressividade, criando espaços. O Japão, por sua vez, percebeu que podia atacar e começou a arriscar mais. Quando ambas as equipes abrem o jogo, as coisas acontecem rápido.

Inventor

Suzuki fez diferença?

Model

Fez. Ele apareceu bem nos momentos que precisou no primeiro tempo, manteve o Japão vivo. Mas no segundo tempo, quando tudo virou um jogo aberto, ninguém conseguiu controlar.

Inventor

Qual é a sensação agora, com os próximos jogos tão perto?

Model

Urgência. Um ponto não é ruim, mas também não é suficiente. A Holanda sabe que a Suécia é um adversário forte. O Japão precisa vencer a Tunísia para manter vivas as chances de classificação.

Inventor

Este jogo muda as expectativas sobre o Grupo F?

Model

Muda tudo. Ninguém esperava um empate assim. Agora qualquer coisa pode acontecer. Os outros times do grupo vão ver que tanto Holanda quanto Japão são competitivos, mas também vulneráveis.

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