Integrante do PCC é preso com skunk e cocaína em Rorainópolis

Confessou integrar o PCC e tinha histórico de prisão anterior em 2024
O suspeito revelou sua filiação à facção durante depoimento e demonstrou padrão de reincidência no tráfico.

Em Rorainópolis, cidade no sul de Roraima, um homem venezuelano de 28 anos foi preso em flagrante após forças de segurança monitorarem seu trajeto desde Boa Vista. Integrante confesso do PCC, ele carregava skunk e cocaína em um veículo abordado no bairro Suelândia, com celulares e anotações que denunciavam sua inserção no tráfico organizado. O episódio revela, mais uma vez, como as fronteiras do crime organizado se estendem por rotas interioranas, desafiando as instituições a manterem vigilância constante sobre territórios distantes dos grandes centros.

  • Uma denúncia anônima colocou em movimento uma operação integrada que rastreou um Sandero branco de Boa Vista até o sul do estado, culminando em prisão em flagrante.
  • Além das drogas, três celulares e um bilhete com anotações comprometedoras foram encontrados no veículo, derrubando a alegação de consumo próprio feita pelo suspeito.
  • O preso confessou ser membro do PCC e já havia sido detido por tráfico em 2024 — um ciclo de prisão e retorno à atividade criminosa que preocupa as autoridades.
  • A prisão em flagrante foi convertida em preventiva em audiência de custódia no domingo, e o suspeito foi encaminhado à unidade prisional de Rorainópolis.
  • A força-tarefa permanece em operação contínua na região sul de Roraima, com respaldo do governo estadual, sinalizando que a pressão sobre as redes criminosas não deve arrefecer.

Na manhã de um sábado, agentes da Polícia Civil, Militar, Penal e da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado abordaram um Sandero branco no bairro Suelândia, em Rorainópolis. O monitoramento havia começado dias antes, quando uma denúncia indicou que o veículo saía de Boa Vista transportando entorpecentes rumo ao interior do estado. No carro estava V.D.M.M., 28 anos, venezuelano, com dois invólucros de skunk e cocaína, três celulares e um bilhete com anotações sugestivas de tráfico. Duas mulheres que o acompanhavam foram conduzidas à delegacia para esclarecimentos.

Diante do volume apreendido, a alegação de consumo próprio não convenceu os investigadores. Na delegacia, o suspeito confessou integrar o PCC e revelou ter sido preso por tráfico em 2024, passando pela Penitenciária de Boa Vista antes de retornar à atividade. O delegado Wesley Costa de Oliveira, responsável pelo flagrante, apontou que o perfil do preso — reincidente, com material e logística compatíveis com distribuição — indicava claramente um elo na cadeia de abastecimento de drogas da região.

No domingo, a audiência de custódia homologou a prisão e a converteu em preventiva. V.D.M.M. foi encaminhado à unidade prisional local. O delegado Márcio Amorim, diretor do Departamento de Polícia Judiciária do Interior, reforçou que ações como essa fazem parte de um esforço permanente para desarticular o crime organizado no sul de Roraima e interromper o fluxo de drogas que sustenta as facções na região.

No sábado pela manhã, agentes das forças de segurança abordaram um Sandero branco no bairro Suelândia, em Rorainópolis, após acompanharem seu trajeto desde Boa Vista. Dentro do veículo estava V.D.M.M., um homem de 28 anos de nacionalidade venezuelana, que carregava dois invólucros contendo substâncias análogas a skunk e cocaína. A operação havia começado dias antes, quando a Força Integrada de Combate ao Crime Organizado recebeu uma denúncia de que um carro seguia rumo ao sul do estado transportando entorpecentes.

A abordagem reuniu equipes da Polícia Civil, Polícia Militar, Polícia Penal e da força integrada. Além das drogas, os agentes encontraram três celulares e um bilhete com anotações que sugeriam atividade comercial no tráfico. O suspeito estava acompanhado de duas mulheres, que foram levadas para esclarecimentos na delegacia. Quando questionado sobre a quantidade de drogas encontrada, V.D.M.M. alegou que era para consumo próprio — uma justificativa que os investigadores consideraram inconsistente com o volume apreendido e com os materiais descobertos no carro.

Durante o depoimento na delegacia, o homem confessou integrar o PCC, a maior organização criminosa do país. Ele também revelou ter um histórico de prisões anteriores: em 2024, havia sido preso por tráfico de drogas e levado à Penitenciária de Boa Vista. Segundo a Polícia Civil, esse padrão de comportamento — prisão, soltura, retorno ao tráfico — reforçava o perfil de um distribuidor experiente na cadeia de abastecimento de drogas ilícitas na região.

O delegado Wesley Costa de Oliveira, responsável pelo Auto de Prisão em Flagrante, destacou que o homem possui um histórico consolidado de atuação na venda e transporte de entorpecentes. Em sua avaliação, a quantidade e a natureza do material apreendido apontavam claramente para atividade de tráfico, não de consumo pessoal. A força-tarefa, segundo ele, continua em operação permanente na região sul do estado, buscando desarticular as redes de crime organizado.

No domingo, V.D.M.M. compareceu a uma audiência de custódia, onde a prisão em flagrante foi homologada e convertida em prisão preventiva. Ele foi então encaminhado à unidade prisional de Rorainópolis, onde aguardará o prosseguimento do processo. O delegado Márcio Amorim, diretor do Departamento de Polícia Judiciária do Interior, ressaltou que operações como essa reforçam a segurança em Rorainópolis e demonstram o comprometimento da Delegacia-Geral da Polícia Civil e do Governo de Roraima no enfrentamento do crime organizado. A ação integrada, segundo ele, é parte de um esforço contínuo para manter a região sob vigilância e interromper o fluxo de drogas que alimenta as facções criminosas.

A força-tarefa segue atuando permanentemente no combate ao crime organizado na região sul do Estado
— Delegado Wesley Costa de Oliveira
A ação integrada reforça a segurança em Rorainópolis e destaca o apoio da Delegacia-Geral da Polícia Civil e do Governo de Roraima nas operações permanentes na região
— Delegado Márcio Amorim, diretor do Departamento de Polícia Judiciária do Interior
La Conversación del Hearth Otra perspectiva de la historia
Inventor

Por que esse caso específico importa? Parece uma prisão comum de tráfico.

Model

Porque mostra como funciona a logística do PCC em Roraima. Não é um consumidor preso com droga — é alguém que já tinha sido preso antes, saiu, e voltou imediatamente ao mesmo trabalho. Isso revela uma rede operacional.

Inventor

E o monitoramento do carro desde Boa Vista? Como a polícia soube?

Model

Uma denúncia chegou até a força integrada. Alguém viu, alguém avisou. Depois disso, acompanharam o trajeto até Rorainópolis. Paciência e coordenação entre órgãos diferentes.

Inventor

As duas mulheres que estavam no carro — por que não foram presas?

Model

Elas prestaram esclarecimentos. A polícia não as identificou como envolvidas no transporte ou na comercialização. Podem ter sido passageiras, ou a investigação não encontrou evidência suficiente contra elas.

Inventor

O bilhete com anotações — o que dizia?

Model

A fonte não detalha o conteúdo, apenas que indicava possível comércio de drogas. Provavelmente registros de vendas, nomes, valores. Material que reforça a acusação de tráfico.

Inventor

E agora? Ele fica em Rorainópolis ou volta para Boa Vista?

Model

Fica em Rorainópolis por enquanto, na unidade prisional local, enquanto o processo avança. A prisão preventiva significa que ele não sai até julgamento.

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