Ao oferecer conhecimento e preparo físico, estamos proporcionando mais segurança
Inscrições abrem terça-feira (24) via WhatsApp para a 19ª edição do curso, com aulas práticas de defesa pessoal baseadas em judô e jiu-jitsu. Iniciativa integra projeto Vila Aberta Para Todos e já atendeu mais de 4 mil mulheres em 11 bairros de Manaus e municípios do interior.
- 200 vagas para mulheres a partir de 12 anos
- 19ª edição do curso, realizado em 8 de março na Vila Olímpica
- Mais de 4 mil mulheres já participaram em 11 bairros de Manaus e municípios do interior
- Inscrições via WhatsApp (92) 98532-4804 a partir de 24 de fevereiro
O Governo do Amazonas abre 200 vagas para o Curso de Defesa Pessoal Feminina na Vila Olímpica de Manaus em 8 de março, promovendo segurança e autoestima para mulheres a partir de 12 anos.
No dia 8 de março, a Vila Olímpica de Manaus abrirá suas portas para uma atividade que vem marcando presença há quase duas décadas na capital amazonense. O Governo do Amazonas, através da Secretaria de Estado do Desporto e Lazer, oferecerá 200 vagas para o Curso de Defesa Pessoal Feminina — uma iniciativa que coincide com o Dia Internacional da Mulher e que já formou mais de quatro mil participantes desde suas primeiras edições.
As inscrições começam nesta terça-feira, 24 de fevereiro, pelo WhatsApp. O curso é aberto para mulheres a partir de 12 anos, sem restrições de experiência prévia. A programação começa cedo: às 8 da manhã, um treino especial marca o início das atividades em homenagem às mulheres. Depois disso, as participantes são divididas em dois turnos para as aulas práticas — uma turma entre 9 e 10 horas, outra entre 10 e 11 horas. Tudo acontece na Vila Olímpica, localizada na avenida Pedro Teixeira, no bairro Dom Pedro.
O conteúdo do curso mistura técnicas de defesa pessoal com fundamentos de judô e jiu-jitsu. Mas não se trata apenas de aprender movimentos. A proposta inclui orientações sobre prevenção, postura em situações de risco e, talvez mais importante, o desenvolvimento de confiança e autonomia. Segundo Diego Américo, secretário da Sedel, a ação reforça o compromisso do governo com a valorização e proteção das mulheres. "Ao oferecer conhecimento e preparo físico, estamos proporcionando mais segurança, autoestima e fortalecimento", afirmou.
Esta é a 19ª edição do curso, e seu alcance já ultrapassou os limites de Manaus. A iniciativa integra o projeto Vila Aberta Para Todos e já foi realizada em 11 bairros da capital. No interior do estado, chegou aos municípios de Maués e Parintins, cidades localizadas a 276 e 369 quilômetros de Manaus, respectivamente. O número de participantes acumuladas — mais de quatro mil mulheres — sugere que a demanda por esse tipo de formação permanece forte.
O timing da edição deste ano não é casual. Realizar o curso no Dia Internacional da Mulher carrega um peso simbólico que o governo busca reforçar. A iniciativa toca em questões de segurança pessoal e empoderamento que continuam relevantes para mulheres de todas as idades. Para quem quiser participar, o caminho é direto: uma mensagem de WhatsApp para o número (92) 98532-4804 abre a porta para essa oportunidade.
Citas Notables
O Curso de Defesa Pessoal Feminina é uma ação que reforça o compromisso do Governo do Amazonas com a valorização e a proteção das mulheres— Diego Américo, secretário da Sedel
La Conversación del Hearth Otra perspectiva de la historia
Por que o governo escolheu justamente o Dia da Mulher para oferecer esse curso?
O timing não é acidental. Marcar a edição nessa data amplifica a mensagem de que segurança e autonomia feminina são prioridades. É uma forma de dizer que essas questões importam o ano todo, mas ganham destaque nesse momento.
Quem procura por esses cursos? Qual é o perfil das participantes?
O curso aceita mulheres a partir de 12 anos, então há uma amplitude grande. Pode ser uma adolescente buscando confiança, uma mãe querendo se proteger, uma idosa interessada em aprender técnicas. A demanda acumulada de mais de quatro mil participantes em 19 edições mostra que há interesse real e contínuo.
As técnicas ensinadas — judô e jiu-jitsu — são suficientes para defesa real?
São fundamentos. O curso não promete transformar ninguém em especialista, mas oferece ferramentas básicas e, talvez mais importante, ensina postura e prevenção. A confiança que vem de saber como reagir em uma situação de risco é tão valiosa quanto o movimento em si.
Como um curso de duas horas consegue deixar marca em quem participa?
Não é só sobre técnica. É sobre estar em um espaço com outras mulheres, aprender que seu corpo é capaz, ganhar ferramentas. Muitas saem dali com uma percepção diferente de si mesmas — mais seguras, mais conscientes.
Por que expandir para cidades do interior como Maués e Parintins?
Porque segurança e empoderamento não são questões apenas de capital. Levar o curso para municípios menores reconhece que mulheres em qualquer lugar têm o mesmo direito a essas oportunidades.