Em agosto de 2026, o Brasil sancionou a Lei 15.484, que institui um filtro de relevância no Superior Tribunal de Justiça — uma resposta legislativa à sobrecarga silenciosa que compromete não a entrada na Justiça, mas a qualidade da resposta que ela oferece. Com 500 mil casos novos em 2025 e ministros decidindo a cada cinco minutos, a corte produzia muito e resolvia pouco. O filtro não fecha portas: redistribui a atenção para onde ela pode transformar mais vidas, reconhecendo que acesso à Justiça só se completa quando o juiz tem condições reais de decidir.
Filtro de relevância no STJ fortalece a Justiça ao focar em casos de alcance nacional
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Bias & Framing
Artigo de opinião defende a Lei 15.484/2026 que institui filtro de relevância no STJ, argumentando que racionaliza a gestão da corte e melhora a qualidade jurisdicional ao focar em casos de alcance nacional.
Enquadramento técnico-institucional que apresenta o filtro de relevância como solução racional e necessária para problemas estruturais do STJ, utilizando dados estatísticos para legitimar a medida e comparações com o STF bem-sucedido.
Geopolitical Impact
Lei brasileira institui filtro de relevância no STJ para racionalizar gestão judicial, focando em casos de alcance nacional e reduzindo congestionamento de 37,6%.
Fortalecimento institucional do Poder Judiciário brasileiro através da concentração de recursos em decisões de impacto nacional, seguindo modelo bem-sucedido do STF com repercussão geral. Redistribuição de poder decisório para casos de maior relevância sistêmica.
Modelo análogo à implementação da repercussão geral no STF em 2006, que demonstrou eficácia na filtragem de recursos constitucionais e melhoria na qualidade das decisões.
Economic Lens
Lei 15.484/2026 institui filtro de relevância no STJ para racionalizar gestão judicial, reduzindo congestionamento de 37,6% e melhorando qualidade da prestação jurisdicional ao focar em casos de alcance nacional.
Cidadãos e empresas podem enfrentar maior dificuldade para acessar o STJ em casos de menor relevância nacional, mas beneficiam-se de decisões mais rápidas e de melhor qualidade em controvérsias de grande alcance que afetam milhares de processos.
A implementação do filtro de relevância segue modelo bem-sucedido do STF com repercussão geral, sinalizando tendência de racionalização do sistema judiciário. Pode gerar demanda por fortalecimento de instâncias inferiores e modernização tecnológica para absorver casos que não atendem critério de relevância nacional.