Escola Anchieta dá continuidade à Feira de Ciências 2026

A partir deste ponto, os projetos deixam de ser apenas exibições
Na Escola Anchieta, a Feira de Ciências 2026 passa a valer classificação para a final.

Em Carmo do Rio Claro, a Feira de Ciências 2026 transforma o calendário escolar de junho num percurso de descoberta coletiva: estudantes do 3º ao 9º ano, de escolas urbanas e rurais, apresentam meses de pesquisa e criatividade diante de avaliadores que agora atribuem classificação real. É o momento em que o conhecimento construído ao longo do ano letivo deixa os cadernos e ganha a forma de projetos que disputam espaço — e reconhecimento — na grande final marcada para 27 de junho.

  • A partir da etapa na Escola Anchieta, realizada nesta terça-feira, as apresentações deixaram de ser demonstrativas e passaram a valer pontos classificatórios, elevando o nível de tensão e expectativa entre os participantes.
  • Cinco escolas municipais ainda aguardam sua vez no calendário, com apresentações distribuídas entre 18 e 25 de junho — um ritmo acelerado que exige coordenação entre unidades, professores e famílias.
  • Alunos de zonas urbana e rural competem em igualdade de condições, tornando a feira um espelho da diversidade do município e um teste real de quanto cada escola investiu no desenvolvimento científico de seus estudantes.
  • A grande final, marcada para sábado letivo de 27 de junho na Quadra do Porto, se aproxima como ponto de convergência de toda a rede municipal, prometendo reunir os projetos mais sólidos num confronto definitivo.

A Feira de Ciências 2026 de Carmo do Rio Claro ganhou novo peso nesta terça-feira, 16 de junho, quando as apresentações chegaram à Escola Municipal Anchieta. Se a abertura na Escola Maria Goulart teve caráter demonstrativo, a partir de agora cada projeto acumula pontos rumo à grande final — e os estudantes sabem disso.

Participam alunos do 3º ao 9º ano de escolas urbanas e rurais do município. Ao longo de todo o ano letivo, esses jovens desenvolveram trabalhos que combinam pesquisa, criatividade e os conteúdos aprendidos em sala, refletindo horas de dedicação e experimentação.

O calendário segue com precisão: Escola Santa Luzia na quinta-feira 18, Escola Lídio José Marques na sexta 19, Escola São José na terça 23 e Escola Coronel Manuel Pinto na quinta 25 — esta última com apresentações pela manhã e à tarde, sinalizando a reta final. Os trabalhos mais destacados de cada unidade avançarão para o confronto definitivo.

Esse grande encontro está marcado para sábado, 27 de junho, na Quadra do Porto. Num sábado letivo, os melhores projetos de toda a rede municipal se reunirão numa disputa que mobiliza não apenas alunos e professores, mas toda a estrutura escolar — e a aposta coletiva de que ciência e criatividade juvenil merecem ser vistas e celebradas.

A Feira de Ciências 2026 segue seu curso pela rede municipal de Carmo do Rio Claro, movimentando salas de aula, corredores de escolas e o interesse da comunidade. Tudo começou com uma abertura na Escola Municipal Maria Goulart, onde os alunos apresentaram seus trabalhos em caráter demonstrativo — um aquecimento antes do que viria a seguir. Nesta terça-feira, 16 de junho, a programação ganhou peso real quando chegou à Escola Municipal Anchieta. A partir deste ponto, os projetos deixam de ser apenas exibições e passam a contar de verdade: cada apresentação agora acumula pontos em direção à grande final.

Os participantes vêm do 3º ao 9º ano, tanto das escolas urbanas quanto das unidades da zona rural do município. Durante todo o ano letivo, esses estudantes desenvolveram projetos que misturam pesquisa, criatividade e o conhecimento que aprenderam nas salas de aula — trabalhos que refletem horas de dedicação, curiosidade e experimentação. Agora, nas próximas semanas, cada escola terá sua chance de apresentar o que seus alunos construíram.

O calendário está montado com precisão. Na quinta-feira, 18 de junho, a Escola Municipal Santa Luzia abre as portas pela manhã. No dia seguinte, sexta-feira 19, é a vez da Escola Municipal Lídio José Marques, também no período matutino. A sequência continua na terça-feira 23, quando a Escola Municipal São José recebe os avaliadores. Dois dias depois, na quinta-feira 25, a Escola Municipal Coronel Manuel Pinto oferece apresentações tanto de manhã quanto à tarde, sinalizando a proximidade do encerramento.

Os trabalhos que se destacarem em cada escola avançarão para o confronto final. Esse grande encontro está marcado para sábado, 27 de junho — um sábado letivo — na Quadra do Porto. Ali, os melhores projetos de toda a rede municipal se encontrarão para a disputa definitiva. O evento mobiliza não apenas alunos e professores, mas toda a estrutura escolar: há coordenação entre unidades, preparação de espaços, organização de horários e, por trás de tudo, a aposta de que ciência e criatividade juvenil merecem ser vistas e celebradas.

A partir desta etapa, os trabalhos apresentados pelos alunos passam a valer classificação para a grande final da competição
— Programação da Feira de Ciências 2026
A Conversa do Hearth Outra perspectiva sobre a história
Inventor

Por que uma feira de ciências importa tanto em uma cidade pequena como Carmo do Rio Claro?

Model

Porque coloca os alunos em contato direto com o que aprendem. Não é só teoria na lousa — é pesquisa real, criatividade aplicada, ideias que saem do papel.

Inventor

E essa estrutura de várias escolas apresentando em sequência, isso é comum?

Model

É uma forma inteligente de dar tempo e espaço para cada comunidade escolar. Cada escola tem seu momento, seus alunos são vistos, e depois tudo converge para a final.

Inventor

Os alunos da Maria Goulart, que apresentaram primeiro, têm alguma vantagem?

Model

Não — eles foram apenas o aquecimento. A competição de verdade começa na Anchieta. Os outros alunos têm exatamente as mesmas chances.

Inventor

E a escolha de fazer a final em um sábado letivo, na Quadra do Porto — há algo simbólico nisso?

Model

Sim. Um sábado letivo significa que a educação não para, que ciência é importante o bastante para ocupar um fim de semana. E a Quadra do Porto é um espaço público, aberto — não fica trancado dentro da escola.

Inventor

Qual é o maior desafio para os alunos neste momento?

Model

Provavelmente o nervosismo de saber que agora cada apresentação conta. Antes era demonstração; agora é competição de verdade.

Quer a matéria completa? Leia o original em Carmo Web TV ↗
Fale Conosco FAQ