Três seleções europeias consecutivas no mata-mata
No grande teatro das Copas do Mundo, o sorteio raramente distribui graça — e em 2026 não é diferente. O Brasil, eterno perseguidor do hexacampeonato, vê diante de si um corredor europeu: Noruega, Inglaterra e Suíça surgem como possíveis guardiões do caminho até a final de 19 de julho. É o tipo de provação que, se vencida, transforma um título em legado.
- O chaveamento colocou o Brasil numa rota de alta voltagem: três potências europeias consecutivas no mata-mata antes sequer de chegar à final.
- O primeiro teste chega já no domingo, dia 5, contra a Noruega — uma derrota encerra o sonho antes que o cenário mais temido se materialize.
- A Inglaterra, que já garantiu vaga nas quartas com dois gols de Harry Kane sobre a RD Congo, espera como possível adversária imediata caso o Brasil avance.
- A Suíça, adversária hipotética na semifinal, ainda precisa superar Argélia, Colômbia ou Gana, e o vencedor do grupo da Argentina — um caminho cheio de variáveis, mas viável.
- Se o Brasil superar os três, chega à final de 19 de julho com a legitimidade forjada no confronto mais exigente possível — e o hexacampeonato como recompensa.
O sorteio da Copa do Mundo de 2026 não poupou o Brasil. O chaveamento traçou um caminho que pode exigir da seleção de Carlo Ancelotti três vitórias consecutivas contra seleções europeias antes de qualquer chance de título.
Tudo começa no domingo, dia 5, com o duelo contra a Noruega nas oitavas de final. Uma vitória leva o Brasil às quartas, onde o adversário será o vencedor entre Inglaterra e México — e os ingleses já estão garantidos nesta fase após baterem a República Democrática do Congo por 2 a 1, com Harry Kane decisivo.
Se o Brasil superar os ingleses, a semifinal pode reservar mais um europeu: a Suíça. Para isso, os suíços precisam eliminar a Argélia, depois Colômbia ou Gana, e ainda superar o vencedor do grupo que inclui Argentina, Cabo Verde, Austrália e Egito. O cenário é cheio de condicionantes, mas está dentro do possível.
Noruega, Inglaterra e Suíça formariam uma sequência que testaria qualquer equipe ao limite — física e taticamente. A final está marcada para 19 de julho, e o Brasil precisaria vencer todos esses obstáculos para chegar lá. O caminho não é fácil, mas tampouco impossível: superá-lo daria ao hexacampeonato um peso histórico inegável.
O sorteio da Copa do Mundo de 2026 desenhou um caminho potencialmente árido para o Brasil em sua busca pelo hexacampeonato. Se a seleção brasileira conseguir avançar através das fases eliminatórias conforme o chaveamento permite, ela pode se ver obrigada a enfrentar três potências europeias consecutivas antes de chegar à final.
O primeiro obstáculo surge já no próximo domingo, dia 5, quando o Brasil enfrenta a Noruega nas oitavas de final. Uma vitória nesse confronto coloca a equipe comandada por Carlo Ancelotti nas quartas, onde o adversário será definido pelo duelo entre Inglaterra e México. Os ingleses já garantiram sua presença nesta fase ao derrotarem a República Democrática do Congo por 2 a 1 na quarta-feira, com dois gols de Harry Kane selando a virada.
Caso o Brasil consiga superar os ingleses nas quartas, a semifinal pode trazer um novo desafio europeu: a Suíça. Para que esse cenário se concretize, os suíços precisam primeiro eliminar a Argélia nas oitavas, depois vencer Colômbia ou Gana nas quartas, e finalmente superar o vencedor do grupo que reúne Argentina, Cabo Verde, Austrália e Egito. É um caminho repleto de variáveis, mas perfeitamente possível dentro da estrutura do torneio.
O que torna esse cenário particularmente notável é a sequência que se formaria: três confrontos seguidos contra seleções do continente europeu, cada um deles representando um nível diferente de dificuldade e exigência tática. Noruega, Inglaterra e Suíça formam um trio de adversários que testaria a resistência física e mental de qualquer equipe ao longo de um mata-mata intenso.
A final está marcada para 19 de julho, e o Brasil precisaria vencer todos esses obstáculos para chegar até lá em busca de seu sexto título mundial. O chaveamento, portanto, não oferece um caminho fácil, mas tampouco impossível — trata-se de um teste que, se superado, consolidaria a legitimidade de qualquer conquista brasileira neste torneio.
Citas Notables
A caminhada do Brasil em busca do hexacampeonato pode reservar uma sequência de confrontos contra seleções europeias— Análise do chaveamento da Copa 2026
La Conversación del Hearth Otra perspectiva de la historia
Por que esse caminho específico contra europeus é tão significativo para o Brasil?
Porque historicamente o Brasil tem um tipo de jogo que funciona melhor contra certos estilos. Três europeus seguidos significa três formas diferentes de jogar, três defesas estruturadas, três equipes que não vão ceder espaço fácil.
A Noruega é realmente um adversário perigoso nas oitavas?
Noruega é o primeiro teste, mas é também o menos intimidador dos três. É ali que o Brasil precisa ganhar confiança. Se cair ali, o resto não importa.
E a Inglaterra? Eles parecem estar em forma.
Harry Kane marcou dois gols contra o Congo. A Inglaterra tem experiência em mata-mata, tem jogadores que já venceram competições. É um adversário que não comete erros bobos.
A Suíça parece ser a mais improvável das três.
Sim, porque ela precisa vencer Argélia, depois Colômbia ou Gana, depois o vencedor de um grupo complicado. Mas se chegar lá, terá passado por testes duros também.
Qual é o maior risco desse cenário para o Brasil?
O desgaste. Três mata-matas contra equipes que não vão deixar você respirar. Lesões, cartões, cansaço mental. Não é só sobre qualidade técnica.
Se tudo isso acontecer, o que significaria uma vitória na final?
Significaria que o Brasil não apenas venceu, mas venceu da forma mais difícil possível. Isso muda a narrativa de um título.