Em meio ao entusiasmo global pela inteligência artificial, uma voz na imprensa brasileira propõe uma pausa conceitual: o que chamamos de IA não é inteligência, mas dedução automática — poderosa, veloz, porém fundamentalmente distinta do raciocínio humano. A escolha das palavras que usamos para descrever essas ferramentas não é trivial; ela molda expectativas, políticas e, em última análise, as decisões que delegamos às máquinas. Nomear as coisas com precisão é, talvez, o primeiro ato de responsabilidade tecnológica.
AI Is Not Intelligence, But Automated Deduction System
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