Advogado carioca desaparecido após sair de bar em SP é encontrado morto

Morte de advogado de 43 anos que desapareceu após sair de bar, deixando família e colegas de trabalho sem contato por quatro dias.
Quatro dias de silêncio total terminaram com a confirmação do pior cenário
A família de Pedro Ely Cordeiro dos Santos aguardou notícias durante quatro dias até a confirmação de sua morte.

Um advogado carioca de 43 anos saiu de um bar na Vila Madalena na madrugada de quinta-feira e desapareceu nas ruas de São Paulo — cidade que conhecia como visitante, não como morador. Quatro dias de silêncio absoluto terminaram na terça-feira quando seu corpo foi encontrado a poucos quilômetros do último lugar onde foi visto, em Pinheiros. A polícia aponta, em caráter inicial, para uma morte natural, mas a verdade definitiva aguarda os laudos do Instituto Médico Legal — e a família aguarda junto.

  • Um homem some sem deixar rastros após uma saída noturna: o celular cala às 5h da manhã e não volta a dar sinal por quatro dias inteiros.
  • A repercussão cresce quando a atriz Tatá Werneck, amiga do advogado, amplifica o apelo de busca nas redes sociais, transformando um desaparecimento pessoal em caso público.
  • Família e colegas da XP vivem dias de incerteza crescente: ele não aparece no trabalho, não atende, não responde — o silêncio se torna uma presença.
  • O corpo é encontrado na Rua Fradique Coutinho, na mesma zona oeste onde Pedro foi visto pela última vez, sem documentos, o que atrasa até mesmo a confirmação de quem ele era.
  • A polícia descarta crime em um primeiro momento e aponta para mal súbito, mas a causa oficial da morte só virá com os laudos do IML — a última resposta ainda está por chegar.

Pedro Ely Cordeiro dos Santos tinha 43 anos, era advogado e estava em São Paulo a trabalho quando saiu de um bar na Vila Madalena na noite de quinta-feira, 10 de julho. Entrou em um carro de aplicativo por volta da meia-noite, passou por Moema para deixar um amigo e deveria seguir para o Hotel Mercure JK, na Vila Olímpia. Nunca chegou.

A última atividade registrada foi uma visualização de mensagem no WhatsApp às 5h da manhã de sexta-feira — antes disso, uma ligação para a XP, corretora onde trabalhava, por volta das 4h. Depois, o celular foi desligado. Nenhum sinal, nenhum contato.

O desaparecimento ganhou dimensão pública quando a atriz Tatá Werneck, amiga de Pedro, compartilhou o caso nas redes sociais. Enquanto a família tentava localizá-lo e colegas estranhavam sua ausência no trabalho, a polícia iniciava as buscas. Quatro dias depois, na terça-feira, 14 de julho, o corpo foi encontrado na Rua Fradique Coutinho, em Pinheiros — a poucos quilômetros de onde ele havia sido visto pela última vez. Sem documentos, a identificação só foi possível após o reconhecimento presencial pela família.

O secretário da Segurança Pública de São Paulo confirmou a morte. A hipótese inicial dos investigadores é de mal súbito, sem envolvimento criminoso. Mas a causa exata depende dos laudos do Instituto Médico Legal. Para quem esperou quatro dias pelo pior, agora resta aguardar a última resposta.

Pedro Ely Cordeiro dos Santos saiu de um bar na Vila Madalena na noite de quinta-feira, 10 de julho, e nunca voltou para o hotel onde estava hospedado. O advogado carioca de 43 anos desapareceu nas ruas de São Paulo, e quatro dias depois, seu corpo foi encontrado a poucos quilômetros de distância, na Rua Fradique Coutinho, em Pinheiros, na mesma zona oeste onde havia sido visto pela última vez.

Segundo relatos da família, Pedro deixou o bar em um carro de aplicativo por volta da meia-noite. Ele passou por Moema para deixar um amigo em casa e depois seguiria para o Hotel Mercure JK, na Vila Olímpia, onde estava hospedado. Mas nunca chegou lá. A última atividade registrada em seu celular foi uma visualização de mensagem no WhatsApp às 5 da manhã de sexta-feira. Antes disso, houve uma ligação para a XP, a corretora onde trabalhava, por volta das 4 da manhã. Depois disso, o aparelho foi desligado e não houve mais qualquer sinal de vida.

O desaparecimento ganhou repercussão quando a atriz Tatá Werneck, amiga do advogado, entrou na corrente de divulgação do caso nas redes sociais. Enquanto a família e colegas de trabalho tentavam localizá-lo, a polícia começava suas buscas. O corpo foi encontrado nesta terça-feira, 14 de julho, mas a identificação só ocorreu depois que a família o reconheceu pessoalmente. Pedro não tinha documentos consigo quando foi encontrado, o que atrasou a confirmação de sua morte.

O secretário da Segurança Pública de São Paulo, Osvaldo Nico Gonçalves, confirmou a morte ao GLOBO. A polícia investiga as causas do óbito, e a primeira suspeita é de mal súbito — uma morte natural, sem envolvimento de crime. No entanto, a causa exata só será confirmada após os laudos do Instituto Médico Legal. O corpo foi encontrado na mesma região onde Pedro havia sido visto na noite anterior, o que reforça a hipótese inicial dos investigadores.

Para a família e para os colegas de trabalho de Pedro, a semana foi marcada pela incerteza. Ele não compareceu ao trabalho desde a madrugada de sexta-feira, e ninguém conseguia contatá-lo. Quatro dias de silêncio total terminaram com a confirmação do pior cenário possível. Agora, a polícia aguarda os resultados dos exames forenses para determinar com precisão o que levou à morte do advogado carioca nas ruas de São Paulo.

Corpo do advogado foi localizado na Rua Fradique Coutinho, em Pinheiros, na mesma região onde foi visto na noite anterior
— Osvaldo Nico Gonçalves, secretário da Segurança Pública de São Paulo
A Conversa do Hearth Outra perspectiva sobre a história
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Como um homem sai de um bar e desaparece tão completamente em uma cidade grande?

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Ele saiu de carro de aplicativo, deixou um amigo em casa, e depois simplesmente não chegou ao hotel. Quatro dias se passaram sem ninguém saber onde estava.

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E ninguém tentou rastreá-lo pelo celular?

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O celular foi desligado. A última atividade foi uma mensagem visualizada às 5 da manhã. Depois disso, nada — como se ele tivesse desaparecido do mundo.

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Por que a identificação demorou tanto?

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Ele não tinha documentos. Quando encontraram o corpo, não sabiam quem era. Só quando a família o reconheceu pessoalmente é que confirmaram a morte.

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A polícia suspeita de crime?

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Não. A primeira suspeita é de mal súbito — uma morte natural. Mas os laudos ainda não saíram, então nada é definitivo.

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Como a história ganhou visibilidade?

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Uma amiga dele, a atriz Tatá Werneck, compartilhou o desaparecimento nas redes. Isso ajudou a amplificar a busca, mas infelizmente chegou tarde demais.

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O que fica em aberto agora?

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Os resultados do Instituto Médico Legal. Só eles vão dizer com certeza o que aconteceu naquela madrugada.

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